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Médicos poderão atender pela internet

Atualizado: 6 de Fev de 2019


O Conselho Federal de Medicina (CFM) autorizou a realização de consultas, diagnósticos e cirurgias online. As novas regras para o atendimento remoto, também chamado de telemedicina, serão publicadas nos próximos dias no Diário Oficial da União, por meio da Resolução nº 2.227/18, que deve entrar em vigor em maio.


A resolução estabelece o exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde. A regulamentação do atendimento médico à distância já era discutida há anos e ratifica a tendência e a importância do uso das novas tecnologias em favor da saúde.


Com a nova medida, que traz soluções tecnológicas para a assistência a saúde, médicos podem também trocar informações sobre diagnósticos de pacientes entre si e esclarecerem dúvidas de outros profissionais de saúde.


Os atendimentos à distância já são uma realidade amplamente difundida em países na Europa, África e também nos Estados Unidos. O principal objetivo da medida é levar assistência médica a lugares de difícil acesso.


Entenda um pouco do que será permitido nos atendimentos médicos com a nossa resolução.


Teleconsulta

Trata-se da consulta médica remota, por intermédio de tecnologias via computador ou smartphones, onde médico e pacientes encontram-se em diferentes lugares. A primeira consulta, no entanto, deve ser presencial mas, em casos de comunidades indígenas, por exemplo, poderá ser virtual, desde que o paciente seja acompanhado por um profissional de saúde.


Teletriagem

Além da teleconsulta, também foi regulamentada a teletriagem, procedimento que permite ao médico avaliar a distância sintomas do paciente, para então encaminhá-lo ao especialista.


Telediagnóstico

Laudos e pareceres de exames poderão ser emitidos por meio de imagens ou dados enviados pela internet, somente por médicos com Registro de Qualificação de Especialista.


Telecirurgia

Procedimentos cirúrgicos feitos por robôs, manipulados por médicos a distância. É obrigatório, porém, que um médico com a mesma especialidade do cirurgião remoto, participe in loco do procedimento, garantindo que a cirurgia tenha continuidade, caso haja algum problema, como queda de energia, por exemplo.


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